O que faz um logo ser bom?

Por incrível que pareça, não é a beleza (estética).

Os mecanismos que fazem um logo cumprir seu propósito não necessariamente passam pelo senso estético, mas sim por um conjunto de fatores que inclui a atuação da marca à qual ele estará associado, em caráter irreversível, assim que lançado no mercado.

Costumo sempre dizer que design não é forma, é função. Eu prefiro uma cadeira visualmente simples, porém confortável, do que uma lindíssima cadeira cheia de luzes, cores e formas que faz minhas costas doerem depois de algumas horas sentado. A função de uma cadeira é prover um assento confortável para seu usuário ou ser um mero objeto de decoração?

Da mesma forma, um logo tem a função primordial de transmitir uma informação, de criar um vínculo entre o símbolo e a marca que ele está representando. Muitas vezes, o primeiro contato visual que você tem com uma marca é através do logo. Ao se interessar por um produto em uma loja, você procura pelo logo, porque quer saber qual é a procedência dele. E dependendo de sua experiência com a marca, o interesse pode cessar ali ou se intensificar ainda mais, podendo inclusive resultar em uma venda.

Pense no logo como uma ponte, um atalho para a imagem do seu negócio. Um logo eficiente é aquele que não obstrui essa transmissão de informação. A função dele é forjar esse vínculo, e se ele executa essa função com sucesso, então você tem em mãos um bom logo.

Mas somente um bom logo não é tudo.